O poder que preenche as veias envenena-te a alma com um sorriso malicioso sem querer saber se te importas ou não. A fúria consome os teus desejos e és inofensiva perante tal inimigo aliado, que se ri á socapa das tuas desventuras aventuradas, sem compreender o estratagema da estrutura física subentendida nas linhas do destino, sem compreender a existência das falácias presumíveis do teor contraditório que é a vida.
E vê se aqui alguém perdido na incompreensão da salgalhada que é a minha escrita opinando sobre aquilo que não compreende e nem sente podendo ou não gostar do que aparento escrever, dando por vezes (alguns) palpites dignos de animais irracionais e sem um pingo de decência, nesse organismo grotesco que habita um amontoado de ossos pegajosos falantes. Desculpa os termos utilizados, mas a informalidade abunda no teor da carnificina quando este não é exposto na forma devida.
A liberdade de expressão é uma bênção dos céus que quando mal utilizada desabrocha numa cruel e efémero prazer de criticar na ignorância do seu ser, o objecto de um sentimento que não poderá compreender por ser demasiado hipócrita, e se me permite o termo, um asno com voz de homem, ou fotocópia de homem porque nem de homem é lhe possível chamar. É fácil ridicularizar algo, quando não se tem nada a apresentar ou a dar á sua volta, acha-se por si só o melhor do mundo e não passa de um indivíduo com demasiado tempo livre e desequilibrado intelectualmente e sentimentalmente que possivelmente passa os dias a criticar tudo o que seja superior a ele que neste caso é quase tudo, talvez por acaso assim só de passagem seja superior a um monte acabado de defecar de derivados fisiológicos… mas pensado bem… esse mesmo monte servirá em alguma altura para fertilização de um solo qualquer, e esse mesmo individuo de tão tóxico e impróprio para a saúde pública nem para esse efeito serve.
Quando a vós criaturas obscenas vos subir um arrepiozinho pelo rabo a cima que por conseguinte vos dê uma vontade louca de criticar de forma animalesca tudo a vossa volta, experimentem o seguinte, encham a banheira de água mergulhem a cabeça mantendo-a lá, e contem de forma pausada até 38573634254, vão ver que a vontade passa, mas como devemos poupar a água nesta altura do ano, que tal mergulhar numa fossa e passar lá o mês.
Deixem de ser crianças intoleráveis, as vossas mães não vos aturam por algum motivo. E só paro que conste eu aceito criticas construtivas e chego mesmo a publicar, não aceito infantilidades vossas.
Outra coisa antes que me esqueça, escusam de tentar comentar, os vossos comentários não irá aparecer o blog sem minha supervisão.
Com os melhores bofetões e inexistência de respeito.
Speak to the hand

considero "iletrado" todo aquele que não vê na tua escrita uma forma de arte... tem os seus mistérios, tem a sua profundidade, tem os seus "quês" que só tu compreendes... mas mais do que escrever para o mundo, escreves para ti... e isso é perfeito... não é preciso esbofetear quem não sabe ler... é preciso ter pena ou compaixão porque nunca ninguém lhe ensinou o valor de uma boa leitura... parabéns por mais um texto magnífico...
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