quinta-feira, 22 de julho de 2010

Castiel & Edward




Para quem não conheça estas personagens, aqui fica uma pequena nota de quem são. Castiel é um anjo, um soldado do reino dos céus, com a missão de impedir a libertação de Lúcifer. Edward é um vampiro, com demasiada compaixão para a sua espécie, que se apaixona por uma humana, Bella.
Não se trata de apurar os defeitos ou enaltecer qualidades, apenas averiguar os factos. Seguindo o senso comum, qualquer pessoa escolheria um anjo, ao invés de vampiro, mas sendo este um vampiro tão conhecido a opinião pode tender, ou mesmo estabelecer-se, a favor do vampiro, eu não sigo uma linha de pensamento similar aos outros, por isso a minha escolha pode ser o oposto do naturalmente lógico, ou mesmo que recaia na mesma opção da generalidade da população, com toda a certeza, as razões que me levaram a tal, não serão as mesmas.
Castiel, pouca gente já ouviu falar dele, é uma personagem secundária de uma série televisiva, intitulada “Sobrenatural”, a princípio apenas segue ordens dos seus superiores, sem pensar por si próprio, mas á medida que o tempo passa, e a convivência com os humanos aumenta, este começa a ter dúvidas sobre as ordens que lhe são dirigidas, conhece o significado da amizade e rebele-se com os céus, a fim de ajudar os irmãos Dean e Sam na luta contra o apocalipse. Castiel nunca mente, e por vezes mostra uma tremenda inocência, não chegando a ser ingénuo por completo, é forte, não perdendo o controlo facilmente, dando tudo o que tem da sua existência, a favor de um humano que não sabe bem como salvar o Mundo. Aprecio nele a sua força de vontade, embora tenha milhares de anos de vida, comete erros como qualquer outro humano, não tão frequentes é claro, mas sabe a atitude a tomar após o seu passo em falso, apoiando os seus amigos quando necessário.
Edward, conheço-o como a palma da minha mão, talvez melhor, mas não quero agora discutir isso, Edward cometeu vários erros, na sua adolescência vampírica, mas afora esses anos, é um exemplo a seguir, de que, embora o nosso presente se assemelhe a algo trágico, só nós poderemos construir o nosso futuro, peça a peça, passo a passo, caindo e erguendo, fazendo o melhor possível, para quando o fim chegar, podemos sorrir e dizer que não deixamos nada por fazer, mas Edward não precisa de preocupar com o fim, os vampiros não morrem, são eternos, ele só viu o fim, quando conheceu a sua razão de viver, um pouco confuso talvez, mas é a verdade, quando percebeu o que era o amor, apenas aí e só aí compreendeu o que era amar alguém mais do que a si próprio, colocar essa mesma pessoa acima das prioridades básicas, e dar-lhe um lugar de eleição na sua mente, percebendo também o quão penoso lhe pode ser, tomar decisões a fim de proteger o seu amor. Edward é bondoso, cavalheiro, nobre, protector (por vezes até demais) e uma amante fiel a sua amada, Edward é quase perfeito, não fossem os ciúmes compulsivos e a maldição que trás consigo, mas mesmo sabendo a cruz que consigo trás, não desiste e faz tudo pelos que ama, mostrando-se um altruísta por natureza.
Agora imaginem-se numa sala, onde se encontram estes dois cavalheiros, e por um dos dois teria de optar… Caso não tenham reparado, não falei em nenhum aspecto físico de ambas as personagens, realçando apenas a sua personalidade, porque tendo estas qualidades, a perfeição quase é atingida pelo semblante de cada um, mas sendo ambos tão belos, este factor perde valor, e o peso da resposta recai sobre as diferenças e não as semelhanças.
Castiel, sem duvida o idolatro, não apenas pela sua maneira de ser mas porque com o seu carácter directo, não perdendo tempo com ironias ou respostas enigmáticas, responde objectivamente, fazendo-me rir, mas rir com vontade, sem dúvida um par perfeito, mas a minha escolha recai sobre Edward, não por ser lindo, ou rico, ou inteligente, mas por ter uma capacidade para amar tão intensa, dramática por vezes, por ter um poder absolutamente desconcertante e hipnotizante das palavras que profere quando se declara, a intensidade com que olha a sua amada, a delicadeza com que lhe toca e maneira como a beija, suave, macia e meiga, mas ao mesmo tempo, fervorosa e apaixonada demonstrando o desejo que com todas as forças tenta controlar, prometendo amor eterno, e cumprindo a sua promessa á risca.
O Edward era quem escolheria, mas se a minha escolha recaísse em quem me fizesse sofrer menos, o Castiel seria o eleito.

Leonor Norte á conversa com Bella S.

sábado, 17 de julho de 2010

As danças da vida

Há coisas interessantes de observar, até mesmo o pequeno nervosismo após um teste de matemática, ou alívio dependendo do ponto de vista. Descia de vagar, as escadas usadas da velha escola, quando um aglomerado de jovens se interpunha entre mim e a saída, no átrio da escola decorria uma pequena demonstração de dança, possivelmente fruto das aulas de educação Física, e nesse mesmo instante fui transportada para uma outra altura, um tempo não muito passado, mas o suficiente para sentir saudade.
***
Sou um ano mais nova, no ginásio desta mesma escola, a professora ensina os primeiros passos de valsa, as raparigas riem-se dos passos desajeitados dos rapazes e estes, ao mínimo sinal de distracção da professora, param e recomeçam aquele tipo de algazarra típica de adolescentes do sexo masculino, estou nervosa, sempre tive um pouco de vergonha para dançar, principalmente a pares, não se encaixa na minha maneira de ser, o facto de ter de ser “levada” pelo meu companheiro, na minha filosofia de vida, a ideia deixa-me desconfortável. O primeiro par que calha na rifa é um rapaz de quase 1,95m de altura, apelidado de pé de “chumbo”, porque será?... Basicamente, ao invés de se dar ao mísero trabalho de colocar os pés no sítio correcto e direccionar-me para o local certo, levanta-me, com uma gentileza tímida, transporta-me pelo ar e coloca-me no sítio onde, para lá chegar, devia ter dado os três passos obrigatórios, limitando-se apenas a fazer-me voar para chegar ao destino. Não é que seja desagradável, apenas perde a piada, e um certo encanto, mas o que estraga mesmo tudo, é quando os pés deste mesmo gigante se designam a torturar os meus, fazendo com que os estes, fiquem ligeiramente esmagados por baixo dos seus.
Hora de trocar de par, graças a Deus, sem ofensa, mas o meu dedo mindinho já se estava a queixar. Brincadeira do destino, agora calha-me o pigmeu da turma, mas que se acha o forte lá do sítio, a única coisa que tem é uma boa garganta, não tendo força para me levantar no ar como o gigante, e eu não tendo ainda treinado (correctamente) vez alguma, arrasta-me pelo chão, quase tropeço nos seus pés, resmungando algo a que soou “lenta”, mas não tenho a certeza, a professora vira costas e começa a procurar um outro CD, enquanto isso, mais de metade dos pares pára, demonstrando assim o seu não consentimento perante a matéria leccionada, a música termina, e a professora volta-se, pedindo para que troquemos de novo de par.
Hora de alegria, calha-me “ele”, ao contrário dos outros, tem paciência, não me levanta no ar, ou me chama de lenta, limita-se apenas a pousar a mão com suavidade na minha cintura, e a pedir para relaxar, lembro exactamente das palavras que usou “Relaxa Vera, tas tão tensa, sente a música”, acompanhando as palavras com um breve sorriso, relaxei, mas senti-me atrapalhada por não estar á altura dele na dança, ao fim de alguns momentos já rodopiávamos pelo ginásio, senti-me bem, mas mesmo assim ainda me faltava algo, ia começar a conversar quando a professora dá por terminada a aula, ele retira a mão da minha, com uma delicadeza indescritível, volta-se com suavidade e dirige-se a porta do ginásio.
***
Alguém me empurrou, a demonstração de dança acabou e agora os alunos querem ir para o recreio, apresso-me a sair, não gosto de relembrar momentos pelos quais não posso passar outra vez, eu estou diferente, mas “ele” também… O que não implica a mudança na saudade que possa sentir.

Bella S.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Passa criança passa


Passa,
pelos caminhos sem fim,
a moradia da porta tua,
que não abraça ou arrelia,
a felicidade de outrora.
Pássaro que vagueias na noite limpa,
tenta mergulhar no mar agora,
e descobrir de que é feito a pauta tua.
Criança não cresças e brinca,
a vida é perigosa,
por isso não arrelies,
haver? Há muito por onde passes.
Esquece a passada,
e caminha na esquina,
tenta compreender a cantora,
que não lembra da alegria.
Triste história passa,
pensa na fantasia,
que a brincadeira mora,
num lugar na esquecida maresia.

Leonor Norte

terça-feira, 25 de maio de 2010

Um pouco de ti




Enquanto passeava pela rua, e o sol escaldava-me a pele, num dia magnifico de primavera solarenga, lembrei-me de ti, do teu cabelo com reflexos ruivos a dançar ao som de uma música que apenas tu sabes a composição. Lembrei-me de como os teus olhos brilham quando observas o mar, e de como timidamente pisas uma onda que falece aos teus pés.
Conta-me, porque brilham esses teus olhos castanhos-escuros, diz-me porque tens medo de aranhas, porque te arrepia quando te tocam no pescoço.
Quem melhor do que eu, para te conhecer tão bem? Quem melhor para compreender o porquê dos teus olhos castanhos se tornarem negros apenas do nada, mas será que alguém reparou que ouvias uma música triste, que um dos cantos da tua boca estava descaído? Será que alguém reparou de como adoras passear a beira-mar e sentir o vento afagar a tua face com um carinho desmedido, será porque ele consegue secar as lágrimas traiçoeiras que escorrem sobre a face adormecida pela dor profunda, que ninguém conhece tão bem como eu.
É enternecedor a maneira como te preocupas com os outros, pondo-te sempre em segundo plano.
As vezes tenho saudades, saudades da rapariga que jogava a bola sem se importar com as esfoladelas nos joelhos, do suor que pingava da testa ou com os fios despegados de um rabo-de-cavalo feito a pressa.
A beleza não precisa de ser suprema, ou tratada, basta apenas ser simples, e isso é o que és, bonita a tua maneira simples e descontraída, talvez um pouco faladora de mais, mas isso agora não vem ao caso.
Conheço-te desde pequena e sei tudo sobre ti, desde das tuas 3 cores preferidas, começando pelo preto, seguindo-se do branco e acabando com o azul. O preto porque achas que está ligado ao mistério e à fantasia, o branco porque associa-se à ideia de paz, de calma, de pureza estando ainda relacionado com inocência, geralmente usas esta cor quando estás alegre ou a tentar te animares, e por ultimo o azul, a cor do céu, do espírito e do pensamento, simboliza também a lealdade, a fidelidade, a personalidade e subtileza sem falar do ideal e o sonho, mas um outro motivo é que também te faz lembrar a tua infância, a Maria rapaz que eras.
A tua flor preferida é a Rosa Branca esta assume vários sentidos, como os de pureza, reverência e ou de segredo, adoras a fragrância destas, és capaz de passares horas apenas a apreciar o seu aroma.
A origem do teu nome Vera advém do latim, significa verdadeira, trabalhadora consegues ultrapassar as maiores dificuldades. Conservadora, a ideia de família é fundamental para ti. A dignidade está acima de todas as coisas. Do latim "verdadeira, primavera". Já o Silva Significa Brasão. Armas - Em campo de prata, um Leão púrpura. O leão é o mais nobre dos animais utilizados em brasões, simboliza a força, a grandeza, o mando, a coragem e a magnanimidade. Em Brasões portugueses e espanhóis, o leão representava, em muitos casos, alianças com a casa real leonesa, ou concessão por ela outorgada. Sobrenome português de origem latina, classificado como sendo um toponímico, por ter origem geográfica, em latim a palavra "Silva" significa "Selva ou floresta". É uma das famílias mais ilustres da Espanha, ligada aos réis de Leão, tem o seu solar na Torre de Silva, junto ao rio Minho. Procedem de D. Payo Guterre o da Silva, que foi adiantado de Portugal em tempo de el-rei D. Afonso I e representada em Portugal por D. Guterre Alderete da Silva, neto do ilustre D. Guterres Pais, governador de Maia. (Aposto que não sabias disto…)
A tua estação preferida é a da Primavera, não só porque começa no dia dos teus anos, mas por ser marcado pelo renascer da natureza, o nascer depois da morte, o desabrochar da vida.
Gostas de paz, aprecias o silêncio, adoras ter tranquilidade e profunda comunhão com o teu interior.
O teu número preferido é o 8, não pelo seu significado em particular mas apenas porque te faz lembrar alguém que gostaste muito.
Quando te entregas a um projecto, dedicas-te na verdadeira acepção da palavra, tornando-te uma apaixonada pelo assunto ou desafio.
Agora me pergunto será que algum dia vai haver alguém que te olhe por um instante, te observe os olhos e saiba o que estás a sentir, o que vai nessa cabeça que é o oposto do comum.
Não sei, mas talvez seja isso que me faça amar-te ainda mais, talvez o mistério que te rodeia, ou simplicidade em que mergulhes, faça com que me sinta ainda mais atraído por ti.
Tens os teus defeitos, como qualquer outro ser, mas acho que, como já te dizem quais são diariamente, por vezes temos que variar, só para não enjoar.
Assim me despeço, aqui em Londres falta o meu Sol, que és tu, está um frio de rachar e não tenho teu braço para me aquecer.

Tem um Bom dia Verinha, vou dando noticias.
Um beijo do teu sempre amigo Pedro Amares.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cada passo teu em frente são dois saltos meus




Diz-me lá, sem te rires ou fazer figuras de parvo, quantas estrelas contaste na noite passada? Quantos passos demos na areia molhada? Quantas vezes a maré brincalhona nos apanhou os pés distraídos? Não sei se foi sonho ou não, mas se foi quero ter o mesmo sonho todas as noites. Quero lembrar cada detalhe por mais banal que seja, o teu cabelo molhado colado a testa devido a uma entrada forçada no mar, a tonalidade dos fios meio loiros que se desgarram da nuca, que não fora convenientemente molhada, a camisa meia aberta, os calções russos pelo uso, a pulseira de missangas que eu própria te fiz e ofereci, a minha também está no pulso contrário ao teu. Fazes me rir com esses olhos grandes de cor indefinida, observas-me com um olhar caloroso e apenas isso me basta para tornar este momento o mais feliz de sempre. Não estraguemos o momento ao tentar saber quem ama mais quem, deixa me mergulhar na sensação prazerosa de que me desejas. Não sei o teu nome, (ou talvez o saiba e não queira aqui dizer) mas fazes me feliz, fazes me acreditar que o Mundo é um sitio melhor do que aquele que todos os dias descrevo tão negativamente, e talvez cruel.
Não quero acordar, quero viver na fantasia, quero parar o tempo e ter a certeza de que este momento não vai desaparecer a qualquer momento, que não vou acordar no meio do meu quarto escuro, que tanto conforto me transmite, mas ainda assim me deixa num estado de solidão.
PÁRA!
Tu não estás sozinha, estúpida, parva, idiota, criança infantil, vê se acordas não vais ter esse momento, ou a probabilidade de tal acontecer é bastante remota…
Contenta-te apenas com a hipótese - e acredita é bem mais possível do que outra coisa qualquer – vais ter momentos MUITO melhores do que esse, e desta vez não será apenas um sonho, não serás apenas tu a dar tudo mas a outra pessoa também dará…
Bom dia Anjo

PS: Desculpa, ontem esqueci-me de quem era.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Puro Ódio




Raiva é o que sinto. O ódio envenena cada célula do meu corpo, por mais insignificante que seja.
E não compreendo o porquê deste sentimento, repugna-me a mim mesmo, mas não o consigo controlar, lança-se sobre os meus membros e domina os meus movimentos, sem falar da mente, essa de tão fustigada pelas intrigas da vida, rende-se sem nenhum lamentar, e entrega-se a uma emoção, que embora igualmente intensa não é a que ambiciona.
Perdoem-me a rudeza das palavras, mas nestes momentos, nem a morte me assusta, tudo me irrita, parecendo até que tenho forças ilimitadas. Se não fosse este sentimento tão negativo e devastador até era positivo, pois “mexe” com o interior da pessoa, evidenciando a estupidez que nos engloba, sem querer ser englobado.
Será pecado, o desejo, a ânsia incapacitante (ou capacitante de mais), de querer cometer uma loucura, por mais irresponsável que seja?
Não sei, mas também não estou interessada na resposta, a importância do saber desta apenas se revelou á um momento atrás, e agora não passa de um eco absurdo, num poço seco, inundado apenas pela franzina e tosca província da fantasia mística.
Absurdo é o sentimento, mas mantém me viva e na caminhada desesperante que é este torpor de vida, revela-se mais útil do que a vaga e fraca apatia, tão perigosa e por vezes fatal quando se junta á melancolia.
O ódio relaciona-se intimamente com a irracionalidade, mas o que alguns não se dão ao trabalho de pensar, é que a irracionalidade, embora casada com o ódio, é amante do amor, sendo este útil tão ou mais disparatado como o primeiro.
Os dedos tremem-me sobre o teclado e o meu cabelo encaracola sobre a face, os olhos enchem-se de uma humidade que não quero reconhecer, mas prefiro não me lembrar do motivo deste texto.
Há pensamentos que nunca deveriam sair das altas muralhas que são a nossa mente, mas algumas arranham as portas da fortaleza até que estas, cansadas de tanta exaltação, se abrem apenas para ter alguns segundos de descanso…

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Anjo da Guarda




Hoje pensei em ti, aos anos que já não te falava. Peço desculpa, quase que perdi a inocência de acreditar que algo superior me protegia. Mas não a perdi, pelo menos por enquanto, e a oitava passa será o desejo de permaneceres comigo.
Agora…
Tenho medo… Medo de me tornar na rapariga revoltada, que tu tantas vezes me pediste para não ser, medo de não ter força de vontade para enfrentar os obstáculos que se atravessam no meu caminho, medo de desiludir quem mais amo.
Este Mundo mudou, a visão das pessoas tornou-se estreita, já ninguém olha para o que é diferente ou fora do comum, e quando olha é apenas com o intuito de criticar e nada mais… ridículo.
Ensinaste-me algo de muita importância, dar valor a mim mesmo, pois só assim poderia atingir os meus objectivos, enquanto não acreditasse no meu potencial nunca poderia receber as críticas de forma construtiva, e tornar-me num ser melhor, cada vez melhor, mas como tu próprio disseste não se pode agradar a toda a gente.
Sendo assim, ao defender o meu ponto de vista apenas estou a afirmar a minha personalidade, não modificando consoante a moda.
Se gosto de algo hei-de sempre gostar, não mude de ideias como quem muda de camisa, esse é um aspecto da minha personalidade. Alguns chamariam teimosia, outros tenacidade, eu não me importo com o que pensam, apenas me preocupo se, segundo o meu ponto de vista, o que faço, digo, transmito e penso está correcto, ou dentro dos “largos” parâmetros do correcto.
Querido anjo, ainda bens que és um ser mítico, onde o teu nome for prenunciado a magia do desconhecido e incerto te acompanhará, pois nada no Mundo pode comprovar que não existes, e consequentemente o oposto se resguarda da prova que nenhum valor tem ou terá para mim, uma simples e mera mortal.
Um beijo mítico de uma comum (ou o oposto da comum) rapariga.