
Alegria misteriosa, capacitada de uma vontade voraz, de um objectivo atingir.
Não importa ser unicolor, ou aniquilador, apenas poeta da sua alma própria.
Escrevo, porque a minha mão assim o diz.
Sinto, porque a pele assim me obriga.
Respiro, porque pulmões assim o desejam.
Penso, porque o cérebro para alguma coisa havia de servir.
Canto, porque o ritmo me envenena.
Luto, porque a teimosia assim me enfeitiçou.
Choro, porque o ciúme me descontrolou.
Riu, porque o falso se esquivou.
Voo, porque a mente ganhou asas e acreditou.
Estrutura medonha, da plenitude da arquitectura, da massa encefálica.
E o obvio cria rotina, na madrugada, da desgastada e pálida sensatez.
Suspiro pela crueldade que banha o cinzento-escuro, do fosso da pestana semi-aberta.
Rachando a maquina que nunca pára ou desiste, do objectivo.
E o objectivo, é viver da melhor maneira.
Este sim... É o meu preferido... :*
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